A Associação Aliança Pela Vida – ALIVI, é uma associação civil, sem finalidade lucrativa, fundada em março de 1989, com o objetivo social de ajudar crianças, adolescentes e adultos carentes, que precisam de apoio para tratamento de saúde urgente e grave!

Através de suas unidades de prestação de serviços, a ALIVI realiza, de forma gratuita e ininterrupta, relevante serviço social de acolhimento institucional provisório de pessoas e de seus acompanhantes, especialmente crianças e adolescentes, que estejam em trânsito e sem condições de auto sustento, fora da localidade de residência, durante o tratamento de doenças graves, como câncer, síndromes especiais, deficiências renais crônicas, etc.

Este maravilhoso trabalho é possível graças à sua colaboração, especialmente financeira.

Doações: ASSOCIAÇÃO ALIANÇA PELA VIDA – ALIVI
Itau – Agência 0593, conta corrente 36.072-0

As doações são dedutíveis do imposto de renda junto à Receita Federal, entre em contato conosco!

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ALIVI, é uma associação civil, sem finalidade lucrativa, fundada em março de 1989, com o objetivo de prestar apoio às pessoas carentes, vivendo e convivendo com doenças graves, como HIV/AIDS, cancer, e outras de natureza rara ou de difícil tratamento. O apoio da ALIVI está voltado à atenção à saúde e bem-estar do paciente e seu acompanhante, o que se dá com o fornecimento de moradia, alimentação e transporte, lazer e outras ações.

As pessoas atendidas geralmente residem em locais distantes, especialmente em estados do norte e nordeste do Brasil, ou até mesmo de países vizinhos, como a Bolívia. Após o diagnóstico da doença, os pacientes precisam procurar centros de atendimento especializado, não disponíveis em seus municípios ou estados, de modo que, com a ajuda da prefeitura de sua cidade, dirigem-se para a Capital de São Paulo.

O custeio desta ação da ALIVI se dá através das doações dos colaboradores, que, como você, possibilitam a chance da cura e do tratamento.





Alivi - Associação Aliança pela Vida
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O Brasil deve um grande tributo a uma pessoa muito especial, a enfermeira social Maria Elisabeth Eicher. Este tributo é de gratidão profunda pelo amor e grande trabalho que desenvolveu desde 1988 para nós, brasileiros.

Lisette, como carinhosamente é chamada, tinha 49 anos e residia na Alemanha, na cidade de Paderborn. Em 1988 aceitou um convite de Dom Paulo Evaristo Arns para aplicar no Brasil, na Capital de São Paulo, sua experiência como enfermeira home care, trabalho que desenvolvia em Baderborn, pela Cáritas da Alemanha, no atendimento aos doentes mais graves em suas residências.

Em 05.03.1988 Lisette desembarcou em São Paulo, hospedando-se no Convento das Irmãs Paroquiais de São Francisco. Sem falar o português, não se intimidou ao perceber que, na realidade, não havia um trabalho constituído e que deveria iniciá-lo. Sua língua materna é o francês, o que possibilitou que em curto tempo aprendesse o português. Muitos pacientes serviram de ´professores´ e logo ela estava falando nossa língua.

Rapidamente conquistou o apoio e a solidariedade de muitos para iniciar o trabalho, inicialmente rudimentar, pois não haviam muitos recursos. Marcos e Nivaldo foram seus primeiros amigos e parceiros para este lindo trabalho. Passou a solicitar a ajuda de algumas paróquias da Zona Norte de São Paulo. Logo chegou ao primeiro paciente, Paulo, que já estava bem doente em sua casa. Passou a atender outros, fazendo ao mesmo tempo, contatos com os hospitais de referência para a AIDS, especialmente o Hospital Emílio Ribas.

O número de pessoas doentes aumentou rapidamente, de modo que Lisette percebeu a necessidade de ter um local para abrigá-los, eis que os hospitais passavam a solicitar seus serviços, mas não havia um local para abrigar os que não tinham teto. A característica marcante dos infectados atendidos pela ALIVI, de 1988 até 1996, era a situação de pobreza e na maioria das vezes relacionadas à prostituição e ao uso de drogas, falta de qualificação ou renda. Lisette conseguiu uma primeira casa emprestada de uma Paróquia, no Bairro do Imirim, casa que logo ficou lotada. Os vizinhos não gostaram desse novos vizinhos, de modo que outros locais foram procurados para abrigá-los. A situação chegou a tal ponto que Lisette decidiu que deveria haver um local apropriado para desenvolver este trabalho de acolhimento. Foi ao encontro do Bispo da Região Norte, Dom Joel Ivo Catapan, e solicitou-lhe apoio para comprar um terreno em Mairiporã.

O terreno custava muito caro, o que fez com que o bispo receasse assumir tamanha responsabilidade. Lisette disse-lhe ´Deus é rico pelos pobres´ e foi à luta. No dia 4 de outubro de 1988 foi até Dom Paulo Evaristo Arns, acompanhada de seu esposo, O Prof. Dr. Peter Eicher, Frei Alécio A. Broering e outros, até a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, e pediu-lhe um presente para o dia de São Francisco: apoio para conseguir recursos financeiros para comprar o terreno em Mairiporã.

Dom Paulo imediatamente telefonou para a Missionszentrale der Franziskaner, na Alemanha, e solicitou-lhes um presente, verba para a compra do terreno, tendo recebido resposta positiva. Como a ALIVI não estava juridicamente constituída, foi solicitado à instituição denominada ´Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência da Cidade de São Paulo´, situada na Capital de São Paulo, Largo de São Francisco, nº 173, Centro, para que recebesse a verba necessária à aquisição do imóvel. O imóvel foi adquirido pela Venerável Ordem, para futura doação à ALIVI, assim que finalizados os trâmites para a constituição da entidade. Inúmeros colaboradores brasileiros contribuíram com 30% (trinta por cento) da verba necessária à aquisição do terreno. Nesta mesma época, Lisette solicitou a ajuda da Missionszentrale, Cáritas e outras organizações locais para a construção das casas no terreno, batizado como ´Terra da Promessa´. Com estes apoios, deu-se início à construção das casas. Claro, moradores de Mairiporã não gostaram da idéia e se opuseram, mas estas dificuldades foram vencidas. De início, foram planejadas 12 casas e uma administração, mas, por dificuldades com a empresa então contratada, não foi possível construir todas as casas, existindo no local apenas nove casas. Assim que disponibilizadas, as casas imediatamente começaram a ser utilizadas para fins de abrigamento. Em pouco tempo toda a propriedade foi doada à ALIVI. Lisette ficou um ano no Brasil, com a concordância de seu esposo, o Prof. Peter Eicher e seus filhos. Foi uma experiência ao mesmo tempo dura e enriquecedora. Os doentes eram muitos e a inexistência de tratamento para a AIDS lamentavelmente limitava as possibilidades de recuperação da saúde.

O trabalho de acolhimento mostrava-se importante, eis que as pessoas, doentes, não tinham moradia ou referência familiar. O drama residia na ausência de perspectivas com relação a tratamento da saúde. Lidar com isso era extremamente complicado, dramático e doloroso. A boa vontade, a coragem e o apoio dado pela ALIVI consistia na esperança de mitos. Pessoas de todas as idades, cores, classes sociais passaram a ser acolhidas, a pedido dos serviços dos hospitais de São Paulo e de outros municípios e até fora do Estado de São Paulo. Na Terra da Promessa, foi priorizado o acolhimento de mães e crianças com HIV.

Existia uma rotatividade grande de pessoas, pois muitos faleciam ou não se adaptavam à vida comunitária. Os que ficavam doentes (a grande maioria), no início, ficavam numa casa (a casa 3), e quando estavam prestes à morrer, eram levados às pressas aos hospitais.

As dificuldades existiam, mas a solidariedade e a sensibilidade da sociedade era algo impressionante. Havia muito apoio com doações de várias espécies.

A coragem e o desprendimento foram ingredientes que impulsionaram o trabalho e se hoje nos fizermos a pergunta: ´faríamos novamente o que fizemos?´, acredito que sim, pois a AIDS foi algo que mudou as relações humanas e hoje, a luta contra o preconceito faz parte desta história. Foi uma história de vitórias e conquistas e também de sofrimento.

A solidariedade também foi internacional, pois Lisette, de início, criou um grupo de amigos, denominados `amigos da Lisette´ e depois, com seu esposo, Dr. Peter e amigos, fundaram na Alemanha a Aids Hilfe São Paulo, uma associação sem fins lucrativos, destinada à sustentar esta importante obra.

Posteriormente, foi também fundada a Stern Der Hoffnung (Estrela da Esperança), com objetivo de financiar, além da ALIVI, outros projetos sociais em São Paulo e pelo mundo. Estabeleceu-se um vínculo muito forte entre muitos colaboradores da Alemanha e depois da Suíça.

O trabalho da ALIVI foi sempre dinâmico e atento às questões relativas à AIDS.

Outros apoiadores ajudaram no caminho.

Logo nos primeiros anos de existência da ALIVI, a Associação Brasileira Para a Educação e Cultura - ABEC, através do irmão José Borellas Noguera, adquiriu um imóvel, onde está sediada a instituição (Avenida Ultramarino, 78), e cedeu-o em comodato, para o desenvolvimento das atividades sociais. Ao longo dos anos, prestou apoio financeiro e com outras doações, estabelecendo parceria até hoje, com a cessão do imóvel.

Dra. Creuza Resende Fabiani é outra mulher formidável que mudou a história da ALIVI e de muitas vidas. Ela merece toda gratidão e admiração!

Em 1993, doou para a ALIVI, a Casa da Paz, para o atendimento a pessoas com HIV/AIDS no fim da vida.

Também colaborou substancialmente com a compra das casas para crianças, a Casa Pequeno Príncipe TIM e também a Casa Raízes e Asas.

Sempre apoiou a entidade em seus projetos, especialmente nos projetos de sustentabilidade, de modo que tem o agradecimento perpétuo de todos os doentes que passaram e que ainda hoje recebem um atendimento de excelência nesta casa.

Inúmeros colaboradores poderiam ser citados e que merecem todo nosso agradecimento.

Atualmente, a AIDS passou a ser, felizmente, uma doença tratável, mas ainda letal. As dificuldades financeiras de sustentar um trabalho voltado ao acolhimento de doentes de AIDS, levou a entidade a procurar outros tipos de apoios sociais, menos onerosos. Deste modo, transformou suas três unidades, Casa da Paz, Casa Pequeno Príncipe Time Casa Raízes e Asas, em casas de ´passagem´, ou seja, de apoio para pessoas carentes, doentes de doenças graves como Aids, câncer, síndromes, etc, que precisam realizar o tratamento em São Paulo.

Com a problemática das drogas, que constitui um dos grandes males atuais, a ALIVI destinou sua unidade Terra da Promessa para acolhimento para tratamento terapêutico de usuários de drogas.

Assim, dá continuidade à sua história, com respostas sociais concretas e de grande interesse social.

A colaboração da sociedade, com doações, especialmente financeira, e outros apoios, é de grande importância, pois embora a AIDS tenha tratamento, não tem cura, e os problemas sociais persistem, em um Brasil de grande desigualdade social.

A ALIVI agradece a todos os colaboradores, brasileiros e de toda Europa, que nestes anos ajudaram a fazer uma história tão bonita.

Paulo Cesar Crepaldi

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CASA TIM

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CASA RAÍZES E ASAS

Rua José Arnoni, 29, Vl. Irmãos Arnoni, Tremembé
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CASA DA PAZ

Rua Elza Guimarães, 506, Vila Amália
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